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ENTREGUE! Carta contra a demolição do Estádio Célio de Barros ao Ministério dos Esportes e à Presidência da República
Os amigos do Comite Popular da Copa – DF entregaram nesta quinta-feira documento contra a demolição do Estádio Célio de Barros, assinado por grandes estrelas do atletismo como a medalhista de ouro Maurren Maggi e por federações do Brasil e do mundo, além do Comitê Popular da Copa e Olimpíadas. Até a IAAF, a FIFA do atletismo, já se pronunciou contra a demolição do Estádio!
ALÔ PRESIDENTA DILMA! ALÔ MINISTRO ALDO REBELO! A BOLA ESTÁ COM VOCÊS! O MARACA É NOSSO!
URGENTE! A IAAF, A FIFA DO ATLETISMO, É CONTRA A DEMOLIÇÃO DO CÉLIO DE BARROS!
Uma carta foi enviada ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, no dia 4 de fevereiro, poucos dias após o ato contra a demolição do estádio!
“Esta notícia provocou uma grande decepção em todos nós. É meu dever chamar sua gentil atenção para as consequências muito negativas que a destruição do estádio Célio de Barros teria sobre a imagem de sua cidade aos olhos da comunidade do atletismo mundial, e também no desenvolvimento do nosso esporte tanto em seu país como em toda a América do Sul. Portanto, apelo para o seu bom senso e de sua equipe para reconsiderar esta posição e fazer desta histórica instalação um legado permanente para os jovens brasileiros”.
Lamine Diack, presidente da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF).
IMAGENS: Ato contra a demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros
Galeria
Esta galeria contém 56 fotos.
MARACANÃ – Ato contra a demolição do Célio de Barros – NESTA QUINTA (31/1), no Centro
Quinta-feira, dia 31 de janeiro, 18h30
Auditório da ABI – Rua Araújo Porto Alegre, 71, 9º andar
Centro do Rio de Janeiro, próximo à Cinelândia
Presença confirmada da campeã olímpica MAURREN MAGGI e de atletas que competiram em Londres 2012 e se preparavam para 2016 no Célio de Barros.
Participe e ajude a divulgar entre seus colegas de trabalho, amigos e familiares. Importante o apoio de todos que defendem o Maracanã e as construções do entorno! Vamos lotar o auditório! O Célio de Barros é nosso!
Esta quinta-feira é um dia chave para a luta de todo o Complexo do Maracanã contra a coleção de absurdos do projeto de privatização. Após vitórias parciais importantes na EM Friedenreich e na Aldeia Maracanã, vamos exigir que o MAIOR TEMPLO DO ATLETISMO BRASILEIRO não seja destruído!
Alô Presidenta Dilma! Alô Ministério dos Esportes! Alô COB! Vamos ouvir o que o Atletismo Brasileiro tem a dizer sobre a intenção de demolir o Célio de Barros a três anos das Olimpíadas de 2016!! Não podemos passar essa vergonha!
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No dia 9 de janeiro, sem nenhum aviso prévio, o Célio de Barros amanheceu com as portas trancadas. Centenas de atletas tiveram que voltar pra casa sem sequer ter acesso a seus materiais de treinamento e ficaram sem lugar pra treinar, improvisando do jeito que foi possível. Projetos sociais de iniciação ao esporte ficaram paralisados. Competições e eventos estão suspensos.
O Estádio de Atletismo Célio de Barros, no Maracanã, é o MAIOR TEMPLO DO ATLETISMO BRASILEIRO e sempre serviu ao Esporte e à população. O governo pretende DEMOLIR nossa casa de forma autoritária, sem diálogo com os atletas que treinamos e competimos lá. Situação parecida acontece no Parque Aquático Julio Delamare, na Escola Municipal Friedenreich e no prédio histórico do antigo Museu do Índio. A intenção é entregar todo o Complexo do Maracanã de bandeja para um empresário construir no local um estacionamento e um shopping, como forma de garantir grandes lucros com a administração do Maraca.
É hora de mostrarmos que não aceitamos isso! SOMOS CONTRA A DEMOLIÇÃO DO CÉLIO DE BARROS e exigimos mais incentivo ao esporte! Se o governo é capaz de demolir o Célio de Barros, pode amanhã desativar qualquer outro dos poucos espaços de atletismo que temos no estado.
O Coletivo de Atletas e Treinadores do Célio de Barros, com apoio da Federação de Atletismo do Rio de Janeiro (FARJ), do Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e de toda a articulação da campanha O Maraca é Nosso!, convoca a população a participar do ATO CONTRA A DEMOLIÇÃO DO CÉLIO DE BARROS, que acontecerá no dia 31 DE JANEIRO na ABI – Rua Araújo Porto Alegre 71, auditório do 9º andar – Centro, Rio de Janeiro. Estarão presentes heróis do atletismo brasileiro de ontem e de hoje. Vamos chamar a Presidência da República, o Ministério dos Esportes e o COB à responsabilidade, e alertar o COI, a IAAF, a FIFA e a imprensa internacional.
PAÍS QUE RESPEITA O ESPORTE E QUE VAI SEDIAR OS JOGOS OLÍMPICOS NÃO PODE DEMOLIR SEU PRINCIPAL ESTÁDIO DE ATLETISMO!
O CÉLIO DE BARROS É NOSSO!
A ALDEIA MARACANÁ É NOSSA!
O JULIO DELAMARE É NOSSO!
A FRIEDENREICH É NOSSA!
O MARACA É NOSSO!
Robson Caetano quer a permanência do Célio de Barros!
Robson Caetano esteve hoje na Corrida de São Sebastião, no Rio de Janeiro, e se pronunciou contra a demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros, no complexo do Maracanã. O medalhista olímpico sempre treinou na pista que faz parte da história do esporte nacional. “A gente lamenta muito o que está acontecendo com o Célio de Barros. Vamos continuar brigando para que ele continue ai”, disse Robson.
Ato dos Atletas Contra a Demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros: 31 de janeiro, 18h
No dia 9 de janeiro, sem nenhum aviso prévio, o Célio de Barros amanheceu com as portas trancadas. Centenas de atletas tiveram que voltar pra casa sem sequer ter acesso a seus materiais de treinamento e ficaram sem lugar pra treinar, improvisando do jeito que foi possível. Projetos sociais de iniciação ao esporte ficaram paralisados. Competições e eventos estão suspensos.
O Estádio de Atletismo Célio de Barros, no Maracanã, é o MAIOR TEMPLO DO ATLETISMO BRASILEIRO e sempre serviu ao Esporte e à população. O governo pretende DEMOLIR nossa casa de forma autoritária, sem diálogo conosco, atletas que treinamos e competimos lá. Situação parecida acontece no Parque Aquático Julio Delamare, na Escola Municipal Friedenreich e no prédio histórico do antigo Museu do Índio. A intenção é entregar todo o Complexo do Maracanã de bandeja para um empresário construir no local um estacionamento e um shopping, como forma de garantir grandes lucros com a administração do Maraca.
É hora de mostrarmos que não aceitamos isso! SOMOS CONTRA A DEMOLIÇÃO DO CÉLIO DE BARROS e exigimos mais incentivo ao esporte! Se o governo é capaz de demolir o Célio de Barros, pode amanhã desativar qualquer outro dos poucos espaços de atletismo que temos no estado.
Convocamos todos a participarem do ATO DOS ATLETAS CONTRA A DEMOLIÇÃO DO CÉLIO DE BARROS, que acontecerá no dia 31 DE JANEIRO em um auditório a confirmar, no Rio de Janeiro*. Estarão presentes heróis do atletismo brasileiro de ontem e de hoje. Vamos apelar à Presidência da República, ao Ministério dos Esportes e ao COB, e alertar o COI, a IAAF, a FIFA e a imprensa internacional. PAÍS QUE RESPEITA O ESPORTE E QUE VAI SEDIAR OS JOGOS OLÍMPICOS NÃO PODE DEMOLIR SEU PRINCIPAL ESTÁDIO DE ATLETISMO!
É importante a presença de todos! Divulgue entre seus colegas de treinamento, nos clubes e equipes. Vamos mostrar que nós, atletas, temos voz!
*O ato será em local no Centro ou na região do Maracanã. O local exato será divulgado pelas redes sociais e pelos sites: rio.portalpopulardacopa.org.br e http://www.atletismorio.com.br
Realização:
. Coletivo de Atletas e Treinadores do Célio de Barros
IMAGEM – Estádio de Atletismo Célio de Barros começa a ser ocupado por objetos
“Já estão destruindo o Célio de Barros, impedindo os atletas de treinar. Há vários objetos na pista para a obra do Maracanã. Com certeza poderiam estar em outro lugar. Depois não reclamem se o Brasil der vexame em 2016. Ajudem os atletas do Rio de Janeiro! Atletas olímpicos não estão podendo treinar direito. Isso é uma vergonha!”
NOTAPÚBLICA – Não houve audiência pública de concessão do Maracanã
O Comitê Popular da Copa e Olimpíadas vem a público reiterar que não reconhece como válida a audiência pública sobre a concessão do Maracanã, que estava prevista para acontecer nesta quinta-feira, dia 8 de novembro de 2012. Após entrar no local assinando nomes de personalidades da cultura e do esporte, como “Mario Filho”, “Friedenreich”, “Celio de Barros”, “Julio Delamare”, “Darcy Ribeiro”, entre outros, mais de 500 pessoas manifestaram de forma unânime o não-reconhecimento daquele espaço e reivindicaram por cerca de duas horas o cancelamento do evento e a realização de uma nova audiência para discutir se o modelo de gestão a ser adotado no Maracanã será público ou privado.
O governo ignorou as demandas de todos os grupos ali representados e resolveu tentar dar prosseguimento à audiência. O clima que foi gerado inviabilizou a realização de qualquer debate. Há farto material de registro que comprova que não houve possibilidade de efetivação da função da audiência. Em razão disso, todos os parlamentares presentes se somaram à solicitação da sociedade civil e defenderam o cancelamento da audiência. Ainda assim, em atitude vexatória e constrangedora, o governo insistiu nas tentativas de falsear uma ocorrência normal de audiência.
O instrumento da audiência pública é uma conquista da sociedade e deveria respeitar sua função original: a escuta das demandas da sociedade e a incorporação destas demandas nos projetos do governo, com a abertura de processos participativos e democráticos de negociação. Se a intenção do Governo do Estado ontem fosse ouvir a população, entenderia que a sociedade civil não aceita que se dê a concessão do Maracanã sem que antes haja um debate sobre se a sua gestão continuará pública ou se ela será privatizada via concessão.
A posição do governo de homologar o espaço de ontem como uma audiência pública evidencia a posição arbitrária com que o processo de reconstrução do Maracanã tem sido implementado. Evidencia ainda o cinismo com que Governo do Estado do Rio de Janeiro encara os instrumentos de participação popular, desvirtuando-os em sua essência e realizando-os por pura obrigação legal. Como previmos, a “audiência” foi uma farsa.
Lamentamos profundamente a fala e o posicionamento do secretário estadual da Casa Civil, Sr. Régis Fichtner, que atribuiu a manifestação a uma “minoria”. Aqueles que lotaram o galpão ontem e se uniram em torno da mesma causa são pais de alunos, professores, atletas, torcedores, indígenas, parlamentares, usuários das instalações do complexo do Maracanã e cidadãos comuns que refletem uma vontade popular. Todos, juntos, indignados com a entrega de um patrimônio público – que serve à população e recebeu altos investimentos públicos – para um grupo empresarial que transformaria equipamentos que estão em pleno uso em estacionamentos e shoppings e, ao fim de 35 anos, não pagaria por isso nem mesmo os juros dos financiamentos feitos pelo Estado.
Nós cobramos respeito à democracia e exigimos que o registro de ocorrência de audiência no dia 08 de novembro seja cancelado e que uma nova audiência seja convocada para debater se a gestão do Complexo do Maracanã continuará pública ou se ela será privatizada via concessão.
Rio de Janeiro, 9 de novembro de 2012
Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro







